quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Ruy Castro: 'Casa de hip hop na Lapa é como McDonald's na Albânia'


JB Online

RIO - O anúncio do projeto de criação da Casa do Hip Hop na Lapa pela secretária municipal de Cultura, Jandira Feghali, gerou surpresa em alguns do meio artístico. O gênero tem muitos adeptos na área, que recebe batalhas de MCs regularmente, mas é mais marcada pelo samba e choro, ritmos genuinamente nacionais e que têm ligação histórica com o bairro boêmio.

A pedido do JB Online, o escritor Ruy Castro, autor de livros como Chega de saudade, enviou sua impressão sobre a possibilidade da abertura do espaço:

- Uma casa de hip hop na Lapa equivale a implantar um McDonald's na Albânia. Tenho fé em que a secretária Jandira, albanesa de coração, não levará adiante esse absurdo. Além disso, como médica, ela sabe que o hip hop faz mal à saúde.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Hip Hop Na China

A uma semana dos americanos se ligarem no Super Bowl, outro mega-evento televisivo vai começar no outro lado do globo. No domingo, espera-se que mais de meio bilhão de pessoas assista às festividades do Ano Novo Lunar chinês.

Organizada pela estatal Central de Televisão da China, a maratona de eventos exibe a diversidade musical do país com um extenso repertório de estrelas do pop chinesas apresentando canções de sucesso. Mas um gênero que os telespectadores provavelmente não verão é o hip-hop chinês, apesar de sua crescente popularidade em meio à juventude urbana do país.

Na última década, muitos estudantes e trabalhadores chineses escreveram rap como uma forma de expressão pessoal. Mais duro e rebelde que o pop asséptico que domina nossas ondas de rádio, esse tipo de hip-hop não é sancionado por produtores midiáticos de rádio ou censores do Estado, mas conseguiu atrair uma base popular de fãs.

"O hip-hop é livre, como o rock'n'roll - podemos falar sobre nossas vidas, o que pensamos, o que sentimos," disse Wang Liang, 25, popular DJ de hip-hop na China, onde é conhecido por Wordy.

Embora rappers americanos, como Eminem e Q-Tip, sejam populares na China desde os anos 90, o rap local não ganhou espaço até a década seguinte. O grupo Yin Ts'ang (cujo nome significa "escondido"), um dos pioneiros do rap chinês, é formado por nômades globais: um chinês de Pequim, um sino-canadense e dois americanos.

"O sistema educativo chinês não encoraja a expressão de sua personalidade. Eles alimentam o aluno com regras de Estado através de livros passados de geração a geração há milhares de anos. Não há muita oportunidade para a expressão pessoal ou de pensamento; a diferença é desencorajada".

"A grande mudança foi quando os rappers passaram a escrever versos em chinês para as pessoas entenderem," disse Zhong Cheng, 27, membro do grupo que foi criado no Canadá, mas nasceu em Pequim, aonde retornou em 1997. "Antes disso, a garotada escutava hip-hop em inglês, mas talvez menos de 1% realmente conseguia entender."

O primeiro sucesso de Yin Ts'ang foi In Beijing, do álbum de estréia de 2003, Serve the People (Scream Records); o título deturpa um antigo slogan político. Ele traz a melodia de um violino chinês de mil anos, chamado Erhu, com uma batida de hip-hop que lembra Run D.M.C. A canção, uma visão local das paisagens e sons de Pequim, cativou a cena musical underground, chegando ao karaokê, à internet e até a uma estação de rádio de Pequim.

"Muita gente pode fazer rap em casa", disse Jeremy Johnston, membro do grupo e filho de um capitão da Força Aérea americana. "Mas nem todo mundo pode fazer rap em chinês". Quando Johnston, 33, se mudou para Pequim no final dos anos 1990, disse, o rap era "uma coisa que mais ninguém estava fazendo."

Desde In Beijing, a cena do hip-hop chinês cresceu rapidamente. O site hiphop.cn, que lista eventos e links de músicas, começou com apenas algumas centenas de membros em 2007; em 2008, recebeu milhões de visualizações, de acordo com um dos diretores do site.

Dezenas de clubes de hip-hop foram abertos pelas cidades do país, e milhares de raps e videoclipes de MCs chineses estão se espalhando pela Internet. Mas o hip-hop chinês é ainda uma atividade relativamente sem lucros - e geralmente subversiva.

The New York Times




quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

"Fazer a minha parte - Arte pela Arte Nunca NÃO, NUNCA NÃO



Maguim - Guerrilha Crew - Teresina - breve de volta

Wg - Circuito Cultural Banco do Brasil - Teresina - 2005

Wg - Centro de Referência da Cultura Hip Hop - Teresina

Oficina de Grafite - Centro de Referência da Cultura - HIP HOP

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Operação em Lugar errado

Estou hj na zona norte de teresina mais precisamente bairro aeroporto, ao chegar agora tarde ao lado da Fundação Municipal de saúde, me deparei com mais ou menos umas 10 ou mais viaturas, muita policia civil, militar e rone. Na minha cabeça pensei que o Coronel Correia Lima tinha fugido do quartel 5 estrelas que ele tá hospedado, mais não era uma operação pra fechar o comercio de drogas aqui na conhecida crakolandia, que infelizmente emprega muita gente e gera muita renda... prenderam muita gente, invadiram muitas casa e barracos. E fica um questionamento se issu era mesmo necessário tanto aparato policial, se na verdade já rola tráfico nessa região há muito tempo e justo agora começo de ano, quando todo pessoal que trabalha nesse comercio precisaria pagar muitas contas e agora muitos estão presos e rapidamente são julgados condenados e dificilmente libertados, muitos artigos, formação de quadrilha, tráfico, associação ao tráfico e tal e tal e tal. marcos valério foi solto, duda mendonça tá solto, zé dirceu tá solto e pra fechar correia lima tá quase solto...agora o pessoal da mega operação da policia piauiense estão todos presos..precisamos de mais operações pra prender mais gente...
mais não somente aqui na periferia da zona norte...

domingo, 11 de janeiro de 2009

Rapper não quer que gays comprem seu álbum


Fonte: Terra

Trick Trick, rapper que costuma fazer músicas com Eminem, disse que não quer que nenhum homossexual compre seu próximo CD, The Villian, segundo o site NME.

"Eu não quero dinheiro de gay de jeito nenhum. Eu não gosto de homossexuais. Leve-os para outro lugar", afirmou o músico.

As faixas do disco, segundo ele, não vão agradar aqueles que tem essa opção sexual. Ele acha que a sociedade não deveria aceitar o posicionamento diferenciado e contou que vai levar esse posicionamento para suas faixas.

"Homossexuais, provavelmente, não vão gostar deste álbum", disse.

Após a declaração, líderes de organizações dos direitos dos gays já se manifestaram contra Trick Trick.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Honra Nordestina - breve em todas as bancas


Além de um SMD ( www.portalsmd.com.br ) é fruto de mais de 10 anos de HIP HOP em Teresina, estamos agora rumo ao um giro pelo Piaui e depois novamente um giro pela Europa, quem tiver interesse no SMD + Revista, pode nos dar um salve..tamo junto.

veja no site do SMD

http://www.portalsmd.com.br/brasil/smd-foto227.htm




terça-feira, 6 de janeiro de 2009

1,75 ou 157

Aumento das passagens no buzão de teresina é um tremendo assalto ao bolso dos Teresinenses, vários estudiosos procuram o porque de vários temas ou assuntos, eu pergunto o porque dessa enorme planilha que aumenta todo ano, que beneficia o bolso dos empresários e fode com o bolso da população, mais vamo v o que fazer vamo v o que faremos...

por enquanto reclamações..