sexta-feira, 24 de julho de 2009

FLAGRANTE - LANÇAMENTO EM BREVE


Se eu for espera o conselho da Lei tito Filho se Reunir pra me pagar a ultima parcela do projeto do CD - HONRA NORDESTINA, só lanço ele 2020..

Então vamoa que vamo...
lançamento em setembro... presença de grupo nacional..aguardem..

gil bv

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Grupos do Projeto Hip Hop Arte Produzindo Identidade no Show do Grupo Paulista RZO

Os Grupos Irmandade, Preta IAIA, Afronto e Raciocinio que fazem parte do Projeto Hip Hop Arte Produzindo Identidade, financiado pelo Programa Petrobras de Cultura, estão finalizando seus albuns nos estudios do Centro de Referência da Cultura Hip Hop, estúdios estes que tiveram seus equipamentos adquiridos através do Projeto, segundo o produtor Petecão, a infra - estrutura instalada nos Estúdios não perde nada em qualidade para o que é usado pelos “Gringos” nos Estados Unidos. “Temos um aparato profissional de produção e a qualidade musical dos grupos participantes, tem favorecido na hora que entram pra gravar.”, enfatiza o Produtor Petecão. De acordo com WG Coordenador geral da Associação Piauiense de HIP HOP, hoje muitos nem acreditam que terão seus trabalhos gravados e colocados no mercado de forma profissional em com suporte. ” O Apoio dado pelo Petrobrás Cultural no Projeto HIP HOP ARTE PRODUZINDO IDENTIDADE, tem uma relevância nacional para o HIP HOP, pois nos dar força para acreditar que a cada dia a verdadeira cultura HIP HOP que é feita por jovens engajados no trabalho social só vem crescendo no nordeste brasileiro” destaca WG.

O show do Grupo Paulista RZO que aconteceu no espaço cultural Coisa de Nêgo no Centro da Capital Teresina, teve repercussão e resultado além dos esperado, pois a grande público e estrutura de som e luz que foi disponibilzada, deixou os parceiros de São Paulo impressionados com o nível de organização do projeto HIP HOP ARTE PRODUZINDO IDENTIDADE. Sandrão lider do grupo RZO, impressionou-se com apoio dado pela Polícia Militar no Evento, que se fez presente em grande parte da celebração. “Em São Paulo e em grande parte do Brasil, quando se fala de show de RAP e REGGAE, todos traduzem como baderna, e nois estamos provando para os desinformados que o HIP HOP é Educado e os manos e minas estão saindo de casa para se divertir e apoiar o trabalho realizado pelos Rappers, grafiteiros(as), b.boys e b,b.girls”, destaca Sandrão.

Como já é de praxe no final do evento todos se confraternizaram e subiram ao palco pra cantar juntos e reverenciar a Revolução que o Projeto HIP HOP Arte vem trazendo ao HIP HOP do Piauí.

Foto: Pokemon

Foto: Pokemon

RZOIrmandade

Foto: Mauricio Pokeon

Foto: Mauricio Pokeon

sexta-feira, 13 de março de 2009

sábado, 7 de março de 2009

MUCAMBO NUSPANO NOSSA ROUPA


Grife dos parceiro..tá a mil..identidade, qualidade e agoa com o blog no ar..

http://www.nuspano.blogspot.com/

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Rap completa 3 décadas ocupando lugar de destaque no Grammy


Fernando Mexía.

Los Angeles (EUA), 7 fev (EFE).- O rap completa este ano três décadas, em um momento em que o ritmo volta ao seu auge, convertido em um fenômeno de massas, como mostra a grande quantidade de indicações recebidas para a cerimônia do Grammy, que será realizada neste domingo.

Só um artista, Lil Wayne, recebeu oito indicações, o que revela que este é um gênero musical que nada deixa a desejar ao pop e ao rock.

O rapper obteve o maior número de indicação ao Grammy, considerado o Oscar da música, e surgiu como o grande protagonista da cerimônia, que será realizada em 8 de fevereiro em Los Angeles.

Seu álbum, "Tha Carter III", um sucesso comercial, com mais de 2,7 milhões de cópias vendidas em seis meses nos Estados Unidos, disputará o título absoluto de melhor disco de 2008 com "Viva la Vida or Death and all his friends", que concorrerá a sete prêmios.

Derivado do hip-hop, o rap se tornou um dos pilares fundamentais desse movimento social e cultural, que tomou forma nos anos 1970 e que tinha também como marcos de identidade o grafite, o break e o ritmo imposto pelos djs das boates da periferia de Nova York.

Nomes como Grandmaster Flash, Afrika Bambaataa e Kool Herc foram as referências do rap nos primórdios, e definiram o estilo de crônica social recitada que caracterizou o gênero até meados dos anos 1980.

Aos 26 anos, Lil Wayne possivelmente se consagrará no Grammy como novo "rei" do rap, um estilo musical quase desconhecido há três décadas, quando, em 1979, o grupo The Sugarhill Gang transformou a música "Rapper's Delight" em sucesso de vendas.

A música foi considerada o primeiro grande sucesso comercial do rap, com mais de oito milhões de cópias vendidas, e serviu para apresentar a canção às massas.

Os resultados do The Sugarhill Gang demoraram a fazer efeito, no entanto, em termos de reconhecimento da indústria fonográfica dos Estados Unidos. Um exemplo disso é que somente em 1988 foi criada uma categoria específica de rap no Grammy.

Nesse ano foi concedido o prêmio de melhor apresentação de rap de 1987, que foi conquistado por DJ Jazzy Jeff (Jeff Townes) & The Fresh Prince (Will Smith, agora astro de Hollywood) pela interpretação da música "Parents just don't understand".

Na época, o gênero já fazia sucesso pelas mãos de artistas como Schoolly D ou Ice T, e era conhecido como "gangsta rap" (derivado da palavra gângster), após ter sido criado no litoral oeste dos Estados Unidos.

Uma variedade de rap com letras violentas, alusões sexuais, drogas e armas que ficaria popular no final dos anos 1980 e 1990, e que criaria tanta atração entre grupos de jovens quanto animosidade entre os adultos.

Durante os últimos anos do século XX houve tensões entre os rappers das duas costas dos EUA, e vários artistas promissores do gênero, como Tupac Shakur ou Notorious BIG, morreriam em brigas.

Já ícones do momento, como Dr. Dre e Sean "Puff Daddy" Combs, seriam alçados à fama e se tornariam sucesso fonográfico.

Em meio a este cenário surgiu Eminem, um artista branco que, na década de 1990, romperia barreiras em um meio popularizado por rappers negros, o que ajudaria a aumentar a popularidade do gênero.

Este rapper, também conhecido como Slim Shady, chegou a fazer quatro filmes e conquistou, entre 1993 e 2003, nove Grammy, um prêmio que só criou as atuais categorias de música de hip-hop em 2004.
EFE

fonte: G1

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Ruy Castro: 'Casa de hip hop na Lapa é como McDonald's na Albânia'


JB Online

RIO - O anúncio do projeto de criação da Casa do Hip Hop na Lapa pela secretária municipal de Cultura, Jandira Feghali, gerou surpresa em alguns do meio artístico. O gênero tem muitos adeptos na área, que recebe batalhas de MCs regularmente, mas é mais marcada pelo samba e choro, ritmos genuinamente nacionais e que têm ligação histórica com o bairro boêmio.

A pedido do JB Online, o escritor Ruy Castro, autor de livros como Chega de saudade, enviou sua impressão sobre a possibilidade da abertura do espaço:

- Uma casa de hip hop na Lapa equivale a implantar um McDonald's na Albânia. Tenho fé em que a secretária Jandira, albanesa de coração, não levará adiante esse absurdo. Além disso, como médica, ela sabe que o hip hop faz mal à saúde.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Hip Hop Na China

A uma semana dos americanos se ligarem no Super Bowl, outro mega-evento televisivo vai começar no outro lado do globo. No domingo, espera-se que mais de meio bilhão de pessoas assista às festividades do Ano Novo Lunar chinês.

Organizada pela estatal Central de Televisão da China, a maratona de eventos exibe a diversidade musical do país com um extenso repertório de estrelas do pop chinesas apresentando canções de sucesso. Mas um gênero que os telespectadores provavelmente não verão é o hip-hop chinês, apesar de sua crescente popularidade em meio à juventude urbana do país.

Na última década, muitos estudantes e trabalhadores chineses escreveram rap como uma forma de expressão pessoal. Mais duro e rebelde que o pop asséptico que domina nossas ondas de rádio, esse tipo de hip-hop não é sancionado por produtores midiáticos de rádio ou censores do Estado, mas conseguiu atrair uma base popular de fãs.

"O hip-hop é livre, como o rock'n'roll - podemos falar sobre nossas vidas, o que pensamos, o que sentimos," disse Wang Liang, 25, popular DJ de hip-hop na China, onde é conhecido por Wordy.

Embora rappers americanos, como Eminem e Q-Tip, sejam populares na China desde os anos 90, o rap local não ganhou espaço até a década seguinte. O grupo Yin Ts'ang (cujo nome significa "escondido"), um dos pioneiros do rap chinês, é formado por nômades globais: um chinês de Pequim, um sino-canadense e dois americanos.

"O sistema educativo chinês não encoraja a expressão de sua personalidade. Eles alimentam o aluno com regras de Estado através de livros passados de geração a geração há milhares de anos. Não há muita oportunidade para a expressão pessoal ou de pensamento; a diferença é desencorajada".

"A grande mudança foi quando os rappers passaram a escrever versos em chinês para as pessoas entenderem," disse Zhong Cheng, 27, membro do grupo que foi criado no Canadá, mas nasceu em Pequim, aonde retornou em 1997. "Antes disso, a garotada escutava hip-hop em inglês, mas talvez menos de 1% realmente conseguia entender."

O primeiro sucesso de Yin Ts'ang foi In Beijing, do álbum de estréia de 2003, Serve the People (Scream Records); o título deturpa um antigo slogan político. Ele traz a melodia de um violino chinês de mil anos, chamado Erhu, com uma batida de hip-hop que lembra Run D.M.C. A canção, uma visão local das paisagens e sons de Pequim, cativou a cena musical underground, chegando ao karaokê, à internet e até a uma estação de rádio de Pequim.

"Muita gente pode fazer rap em casa", disse Jeremy Johnston, membro do grupo e filho de um capitão da Força Aérea americana. "Mas nem todo mundo pode fazer rap em chinês". Quando Johnston, 33, se mudou para Pequim no final dos anos 1990, disse, o rap era "uma coisa que mais ninguém estava fazendo."

Desde In Beijing, a cena do hip-hop chinês cresceu rapidamente. O site hiphop.cn, que lista eventos e links de músicas, começou com apenas algumas centenas de membros em 2007; em 2008, recebeu milhões de visualizações, de acordo com um dos diretores do site.

Dezenas de clubes de hip-hop foram abertos pelas cidades do país, e milhares de raps e videoclipes de MCs chineses estão se espalhando pela Internet. Mas o hip-hop chinês é ainda uma atividade relativamente sem lucros - e geralmente subversiva.

The New York Times