
Se eu for espera o conselho da Lei tito Filho se Reunir pra me pagar a ultima parcela do projeto do CD - HONRA NORDESTINA, só lanço ele 2020..
Então vamoa que vamo...
lançamento em setembro... presença de grupo nacional..aguardem..
gil bv
Os Grupos Irmandade, Preta IAIA, Afronto e Raciocinio que fazem parte do Projeto Hip Hop Arte Produzindo Identidade, financiado pelo Programa Petrobras de Cultura, estão finalizando seus albuns nos estudios do Centro de Referência da Cultura Hip Hop, estúdios estes que tiveram seus equipamentos adquiridos através do Projeto, segundo o produtor Petecão, a infra - estrutura instalada nos Estúdios não perde nada em qualidade para o que é usado pelos “Gringos” nos Estados Unidos. “Temos um aparato profissional de produção e a qualidade musical dos grupos participantes, tem favorecido na hora que entram pra gravar.”, enfatiza o Produtor Petecão. De acordo com WG Coordenador geral da Associação Piauiense de HIP HOP, hoje muitos nem acreditam que terão seus trabalhos gravados e colocados no mercado de forma profissional em com suporte. ” O Apoio dado pelo Petrobrás Cultural no Projeto HIP HOP ARTE PRODUZINDO IDENTIDADE, tem uma relevância nacional para o HIP HOP, pois nos dar força para acreditar que a cada dia a verdadeira cultura HIP HOP que é feita por jovens engajados no trabalho social só vem crescendo no nordeste brasileiro” destaca WG.
O show do Grupo Paulista RZO que aconteceu no espaço cultural Coisa de Nêgo no Centro da Capital Teresina, teve repercussão e resultado além dos esperado, pois a grande público e estrutura de som e luz que foi disponibilzada, deixou os parceiros de São Paulo impressionados com o nível de organização do projeto HIP HOP ARTE PRODUZINDO IDENTIDADE. Sandrão lider do grupo RZO, impressionou-se com apoio dado pela Polícia Militar no Evento, que se fez presente em grande parte da celebração. “Em São Paulo e em grande parte do Brasil, quando se fala de show de RAP e REGGAE, todos traduzem como baderna, e nois estamos provando para os desinformados que o HIP HOP é Educado e os manos e minas estão saindo de casa para se divertir e apoiar o trabalho realizado pelos Rappers, grafiteiros(as), b.boys e b,b.girls”, destaca Sandrão.
Como já é de praxe no final do evento todos se confraternizaram e subiram ao palco pra cantar juntos e reverenciar a Revolução que o Projeto HIP HOP Arte vem trazendo ao HIP HOP do Piauí.
Foto: Pokemon
Foto: Mauricio Pokeon



JB Online
RIO - O anúncio do projeto de criação da Casa do Hip Hop na Lapa pela secretária municipal de Cultura, Jandira Feghali, gerou surpresa em alguns do meio artístico. O gênero tem muitos adeptos na área, que recebe batalhas de MCs regularmente, mas é mais marcada pelo samba e choro, ritmos genuinamente nacionais e que têm ligação histórica com o bairro boêmio.
A pedido do JB Online, o escritor Ruy Castro, autor de livros como Chega de saudade, enviou sua impressão sobre a possibilidade da abertura do espaço:
- Uma casa de hip hop na Lapa equivale a implantar um McDonald's na Albânia. Tenho fé em que a secretária Jandira, albanesa de coração, não levará adiante esse absurdo. Além disso, como médica, ela sabe que o hip hop faz mal à saúde.
A uma semana dos americanos se ligarem no Super Bowl, outro mega-evento televisivo vai começar no outro lado do globo. No domingo, espera-se que mais de meio bilhão de pessoas assista às festividades do Ano Novo Lunar chinês.
Organizada pela estatal Central de Televisão da China, a maratona de eventos exibe a diversidade musical do país com um extenso repertório de estrelas do pop chinesas apresentando canções de sucesso. Mas um gênero que os telespectadores provavelmente não verão é o hip-hop chinês, apesar de sua crescente popularidade em meio à juventude urbana do país.
Na última década, muitos estudantes e trabalhadores chineses escreveram rap como uma forma de expressão pessoal. Mais duro e rebelde que o pop asséptico que domina nossas ondas de rádio, esse tipo de hip-hop não é sancionado por produtores midiáticos de rádio ou censores do Estado, mas conseguiu atrair uma base popular de fãs.
"O hip-hop é livre, como o rock'n'roll - podemos falar sobre nossas vidas, o que pensamos, o que sentimos," disse Wang Liang, 25, popular DJ de hip-hop na China, onde é conhecido por Wordy.
Embora rappers americanos, como Eminem e Q-Tip, sejam populares na China desde os anos 90, o rap local não ganhou espaço até a década seguinte. O grupo Yin Ts'ang (cujo nome significa "escondido"), um dos pioneiros do rap chinês, é formado por nômades globais: um chinês de Pequim, um sino-canadense e dois americanos."O sistema educativo chinês não encoraja a expressão de sua personalidade. Eles alimentam o aluno com regras de Estado através de livros passados de geração a geração há milhares de anos. Não há muita oportunidade para a expressão pessoal ou de pensamento; a diferença é desencorajada".
"A grande mudança foi quando os rappers passaram a escrever versos em chinês para as pessoas entenderem," disse Zhong Cheng, 27, membro do grupo que foi criado no Canadá, mas nasceu em Pequim, aonde retornou em 1997. "Antes disso, a garotada escutava hip-hop em inglês, mas talvez menos de 1% realmente conseguia entender."
O primeiro sucesso de Yin Ts'ang foi In Beijing, do álbum de estréia de 2003, Serve the People (Scream Records); o título deturpa um antigo slogan político. Ele traz a melodia de um violino chinês de mil anos, chamado Erhu, com uma batida de hip-hop que lembra Run D.M.C. A canção, uma visão local das paisagens e sons de Pequim, cativou a cena musical underground, chegando ao karaokê, à internet e até a uma estação de rádio de Pequim.
"Muita gente pode fazer rap em casa", disse Jeremy Johnston, membro do grupo e filho de um capitão da Força Aérea americana. "Mas nem todo mundo pode fazer rap em chinês". Quando Johnston, 33, se mudou para Pequim no final dos anos 1990, disse, o rap era "uma coisa que mais ninguém estava fazendo."
Desde In Beijing, a cena do hip-hop chinês cresceu rapidamente. O site hiphop.cn, que lista eventos e links de músicas, começou com apenas algumas centenas de membros em 2007; em 2008, recebeu milhões de visualizações, de acordo com um dos diretores do site.
Dezenas de clubes de hip-hop foram abertos pelas cidades do país, e milhares de raps e videoclipes de MCs chineses estão se espalhando pela Internet. Mas o hip-hop chinês é ainda uma atividade relativamente sem lucros - e geralmente subversiva.
